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Coque assimétrico: a palavra de ordem nesse penteado é buscar o volume dos anos 80 e encontrar looks fascinantes para mulheres arrojadas. Para a preparação, é usado modelador médio, cacheando da raiz às pontas. As mechas são presas em formato de cone na lateral, de forma suave, valorizando o movimento natural dos fios.
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Coque Baixo Descontraído: dos coques em alta no momento, o Baixo Descontraído é um dos mais pedidos. O movimento natural dos fios é evidenciado nesse penteado, que surge à medida que pontos de fixação são criados do topo, passando pelas laterais, até a nuca.
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Coque Banana é de fato um clássico que atravessa gerações, é reinventado e, tal como o corte Chanel, é ternizado em todos os salões de beleza do mundo. Para uma mulher clássica e discreta, que esbanja elegância. O formato da banana é adquirido com o torcido perfeito da mecha.
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Coque bola: simetria é fundamental no coque Bola que requer tanto centralização, quanto o alinhamento perfeito dos fios. Para o formato de circunferência, ou espuma adequada, ou preenchimento com apliques. Variável quanto ao tamanho,remete ao tradicionalismo clássico que imperou por décadas e ainda tem seu lugar ao sol.
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Coque Chignon: com referência espanhola, o Chignon apresentado por Paulo Persil é extremamente atemporal. Uma mulher clássica ou moderna usa, seja no campo ou na cidade; funcionou há décadas atrás e é possível daqui há dez, vinte, trinta anos... É a base de todo clássico.
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Coque Clássico Despojado: o clássico ganha um tom moderno, com a contraposição do topete estilo moicano com laterais menos volumosas, em efeito alinhado. O rasgado suave do coque identifica a linguagem Persil. Bobes dão o efeito de volume e movimento necessários ao coque.
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Coque com Tranças: o grego ganha formas exageradas e efeito expressivo, dando soberania a quem o carrega. O penteado se transforma em formato arredondado e tem finalizações com tranças tradicionais, partindo da área interna do cabelo, laçando o penteado.
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Coque Grego: variável quanto à inclinação, volume ou acabamento, o Coque Grego é um sucesso. Ideal para qualquer estilo de vestido e essencial para os que tem golas altas e boleros. Não há mais regras quanto ao horário do casamento; tudo é possível, inclusive acessórios com brilho, embora estejam em alta fitas, plumas e flores. O Coque Grego de Paulo Persil é atemporal, um registro eterno de beleza.
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Coque sorvete: é um clássico com exageros de formas. O penteado, aparente, é esculpido de maneira primorosa. Um rabo de cavalo no topo é a base dele. Para o resultado de torcidos de mechas, o uso das clássicas redinhas é primordial.
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Coque Trançado de Mechas: é o mais complexo dos coques clássicos apresentados, devido sua riqueza de detalhes com o entrelaçamento de mechas que desenham o visual. É também o mais flexível em relação ao
equilíbrio de formas, podendo proporcionar mais ou menos volume.
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Coque rasgado: o equilíbrio entre forma e volume se encontram nesse visual romântico com um toque de vanguarda. Na preparação, após secar, descolando a raiz, é usado modelador médio em toda extensão da cabeça. Mechas largas proporcionam esse efeito de sobreposição, criados com pontos de fixação, da extremidade ao centro.